Nos condenar por uma decisão do passado depois de ver o resultado futuro não faz sentido.
A gente toma decisões com o máximo de informação disponível naquele momento e, quase sempre, com a intenção genuína de que tudo dê certo.
Quando algo não funciona como esperado, a atitude mais produtiva não é a culpa, mas a análise: entender o que não deu certo e ajustar o caminho para melhorar.
O problema é que, muitas vezes, usamos esse momento para nos criticar.
Nos culpamos pela decisão como se, lá atrás, tivéssemos acesso ao futuro e soubéssemos exatamente como tudo iria se desdobrar.
Mas se soubéssemos que daria errado, é óbvio que teríamos escolhido outro caminho.
E, assim, passando por várias decisões e vários erros, começamos a reconhecer quais escolhas têm mais chance de funcionar.
E mesmo assim, isso não é sistema infalível.
Nem tudo sai como planejado ou desejado.
É aí que entra a atitude mais efetiva:
Manter a cabeça fria, aprender com a experiência e melhorar continuamente o processo de decidir sem transformar cada erro em um ataque pessoal a si mesmo.
Decidir é seguir em frente sem garantias absolutas.
E aprender com os acertos e erros é o que torna a próxima decisão melhor.




